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O formato do mamilo não determina sozinho o sucesso da amamentação

  • Foto do escritor: Equipe Dra. Eliane Garcia
    Equipe Dra. Eliane Garcia
  • 12 de ago.
  • 1 min de leitura

Mamilos planos, pequenos, grandes ou invertidos costumam gerar insegurança e fazer muitas mães acreditarem que não conseguirão amamentar. Mas o formato do mamilo, sozinho, não determina o sucesso da amamentação.



Para mamar, o bebê não deve abocanhar apenas o mamilo. Ele precisa abrir bem a boca e fazer uma pega profunda, envolvendo também uma boa parte da aréola. É essa pega que permite que a língua e a mandíbula trabalhem de forma coordenada para retirar o leite.


Algumas características da mama ou do mamilo podem exigir mais atenção no início, especialmente quando o bebê apresenta dificuldade para permanecer no peito. Nesses casos, pequenos ajustes no posicionamento da mãe e do bebê podem fazer uma grande diferença.


Também é importante observar a função oral do bebê. A mobilidade da língua, o movimento dos lábios, a abertura da boca e a coordenação entre sucção, deglutição e respiração interferem diretamente na eficiência da mamada.


Por isso, antes de concluir que o problema está no formato do mamilo ou na quantidade de leite, é necessário observar uma mamada completa.


Com orientação adequada, acolhimento e avaliação individualizada, muitas dificuldades podem ser superadas. Cada mãe e cada bebê formam uma dupla única, que precisa ser compreendida e acompanhada com respeito.



 
 
 

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